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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

E agora, Apple?

Estou me arrumando para sair, quando leio a seguinte notícia no G1: “Steve Jobs deixa comando da Apple”. Paro tudo, cancelo o compromisso e começo a escrever.

Isso mesmo. Hoje, 24 de agosto de 2011, Steven Paul Jobs deixou seu cargo de CEO da Apple. Em 2004, Jobs recebeu o diagnótico de câncer de pâncreas, o que fez com que se afastasse da diretoria por 6 meses em 2009, pois teve que fazer um transplante de fígado. Em sua carta de despedida, ele disse:

"Eu sempre disse que se dia não pudesse mais desempenhar minhas funções e preencher as expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los. Infelizmente, este dia chegou"

Seu sucessor na companhia será Tim Cook, personalidade que sempre foi vista como principal candidato a futuro CEO há tempo.

Steve deixa para trás a obra de sua vida, a Apple. Fundada em 1976 por Jobs e Steve Wozniak, deixou de ser uma empresa de garagem para se tornar a com maior valor de mercado do mundo. A empresa já passou por uma crise e quase foi à falência na década de 90, quando Steve estava fora da empresa. Com sua volta, ele pôs a empresa “de volta aos trilhos” e se tornou um dos maiores ícones da empresa e um dos maiores ídolos do mundo geek.

A maior dúvida que fica em nossas mentes é: “E agora, o que será da Apple?” muitos falaram: “Com a Microsoft foi o mesmo com a saída do Gates, mas não aconteceu nada.” mas a situação da maçazinha é difetente. Jobs era parte ativa da companhia, inclusive já li notícias de que ele ficava escondido atrás de arbustos para ver as pessoas nas Apple Stores. Ele participava de todo o processo criativo e de pesquisa, não era um simples CEO.

Hoje a Apple é o que é graças ao Steve, não só por sua fundação, mas também por seu renascimento e consagração. As apresentações, os produtos, tudo da marca é único, e espero que Tim Cook dirija a empresa como ela merece ser dirigida. Sentiremos saudades Titio Jobs, e desejamos saúde.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Google compra Motorola Mobility


Na manhã dessa segunda (15/08/2011) eu tive uma notícia que me deixou bastante excitado: Google compra Motorola. Bom, comprará. Deixa eu explicar essa notícia (ÓTIMA) pra vocês.

A nossa gigante de informática fechou um acordo em que compra a Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões (pouca coisa, não?). Todo o processo de aquisição da empresa deve ser finalizado entre o final de 2011 e o primeiro trimestre de 2012.

A aquisição mostra o quanto a Google pensa em investir em sua plataforma Android, já que a Motorola é a empresa que mais usa esse sistema e é uma marca mais que consagrada no ramo de telefonia celular. Outro motivo para a compra é o retorno da ascenção da marca nos últimos anos, tudo isso graças ao Android, como eu já tinha dito aqui no blog anteriormente.

Outra coisa que essa compra me faz pensar é que no futuro os Androids irão dominar o mundo, já que atualmente a plataforma é operada em mais de 150 milhões de aparelhos, produzidos por 39 fabricantes e vendidos em 123 países. Agora sim, vou explicar a vocês o porque da minha animação perante essa notícia.

Com a aquisição, os clientes da Motorola (eu sou assumidamente um deles) que usam Android terão uma atenção especial na hora de atualizações do sistema. Talvez alguns de vocês não saibam, mas como o Android é usado em vários tipos de hardware diferentes, a atualização fica a critério do fabricante do aparelho (a atualização do meu celular para o Android Froyo demorou cerca de 8 meses), o que atrasa bastante em muitos casos.

Apesar de tudo no ramo de tecnologia pessoal ser definido quase que exclusivamente pelo gosto do povo, a compra da Motorola Mobility pela Google, ao contrário do acordo Nokia + Microsoft (aqui) é um tiro mais que certo, uma receita para o sucesso.

E pensar que um dia aquele site de buscas inocente compraria uma divisão da primeira empresa que criou a telefonia celular...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

É Wifi, mas é feio


Estava passeando pelos blogs e sites de informática quando vejo a notícia de que a Oi (empresa que tem a concessão de telefonia fixa do estado do Rio de Janeiro) estava estudando um projeto fantástico: instalar orelhões com conexão wifi gratuitamente. Até aí tudo bem, a iniciativa é genial e eu a apoio totalmente, mas as coisas mudaram um pouco...



Pesquisando um pouco mais sobre esta ideia genial descobri que ela não tinha sido tão bem aceita assim, já que moradores acharam os novos modelos feios e pediram a sua retirada da rua. Sim, eles pediram para os orelhões serem tirados, pois eram feios.

Moradores e funcionários acharam o modelo feio, desconfortável, um obstáculo para a circulação de pedestres e disseram que seria um alvo fácil para pichações, desculpas tolas, mas nós também temos de analisar isso na prática, principalmente dois pontos:


1º.: Segurança

Quem levaria seu notebook para a rua só para usufruir no acesso Wifi gratuito? As ruas do Rio de Janeiro são muito perigosas, mesmo em bairros ditos nobres como Ipanema. Sim, as pessoas podem levar seus smartphones para acessar, até aí tudo bem, mas mesmo assim tem o problema do lugar onde os orelhões ficariam, isso só é viável em praças como a General Osório por causa da movimentação.

2º.: Sinal
Apesar de ser uma propaganda para a Oi, não haveria uma garantia de velocidade mínima. Outra coisa a se pensar é a estabilidade do sinal do wifi, tendo em vista que quanto mais pessoas acessam, menor é a velocidade da internet. Também não podemos esquecer da área de alcance do sinal, que é outra coisa crucial. Em uma praça, o ideal é que o alcance do sinal tenha uns 60m de perímetro, isso seria útil até por questão de segurança, não só de comodidade.

Esse caso nos mostra que o governo está e sempre esteve para os mais favorecidos a ponto de terem regalias e ainda por cima, recusá-las e ainda serem atendidos. A ideia não deve ser abandonada, já que é uma boa oportunidade para o subúrbio do Rio de Janeiro, por exemplo. Espero que a Oi não desista dessa investida, que será boa não só para a empresa, quanto para a população, e também espero que da próxima vez, a prefeitura não ceda aos capríchos da população de Ipanema.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O fim do desespero


Isso ja deve ter acontecido com você: Você está em um lugar, a bateria do seu celular descarregou, pede para os amigos seus respectivos carregadores e nenhum é compatível, o que fazer? Ficar sem bateria...

Você com toda certeza deve ter vários carregadores diferentes em casa. Eu tenho uns cinco diferentes (fora os que eu já joguei fora). Mas esse cenário vai mudar (na verdade, ja está mudando). Em outubro de 2009, a União Internacional de Telecomunicações (ITU) aprovou um modelo padrão de carregadores de celular. O plano é que até 2012 todos os celulares tenham o mesmo modelo de carregador, não só facilitando a nossa vida como ajudando o meio ambiente.

Para se ter uma ideia, são produzidas cerca de 51 mil toneladas de carregadores redundantes por ano, e a criação de um padrão universal permitirá a redução de emissões de gases em torno de 13,6 milhões de toneladas. A criação de um padrão também permite que muitos materiais tóxicos sejam jogados inadequadamente, ja que muitas pessoas os guardarão "de reserva" caso o outro quebre.

Esse carregador universal terá conector micro-USB, que já é adotado por algumas marcas como Motorola e LG. Além de economizar matéria prima, o novo carregador também economizará energia elétrica, já que o aproveitamento da mesma será mais eficiente.

O projeto é que até 2012 todos os carregadores sigam o padrão internacional. Espero que isso se torne realidade, não só eu, mas todos nós. Afinal, é horrível ficar com a bateria do celular descarregada.

domingo, 19 de junho de 2011

Vai pagar com dinheiro, cheque ou pelo celular?

Há algumas semanas o Google anunciou o Google Wallet, serviço que permite fazer pagamentos pelos celulares, mas não o serviço que já conhecemos.

Alguns anos atrás a operadora de telefonia móvel Oi estreou a primeira forma de pagamento via celular no Brasil, o Oi Paggo. O serviço tem uma plataforma diferente, o cliente informa seu número de telefone ao atendente, recebe um SMS informando sobre a compra, digita sua senha e a confirma. Já o lançado pela gigante da informática segue outra plataforma.

Originado de um acordo entre Google, MasterCard, Citigroup, First Data e Sprint, o Google Wallet é um aplicativo que utilizará a tecnologia NFC (Near Field communication) por uma aplicação PayPass, desenvolvida pela MasterCard. A plataforma é simples: Você aproxima o cartão (ou, no caso do Google Wallet o celular) em um sensor, digita sua senha e a compra já está realizada. Para uma maior disseminação, está sendo estudada uma forma de se vender um cartão virtual pré-pago. Esse serviço é similar ao utilizado no Brasil com o ‘Bilhete único’ e o ‘RioCard’.

O serviço só será disponibilizado a partir do segundo semestre deste ano para os clientes dos estados de New York e San Francisco. Como só os clientes das empresas participantes terão acesso, haverá uma migração em massa de usuários para as mesmas, parece que concorrência foi passada para trás.
A Visa, principal concorrente da MasterCard, também está desenvolvendo um serviço de pagamento eletrônico baseado em NFC, só que por meio de uma aplicação payWave. A empresa ainda não informou quando começará a comercializar nem se já tem parceiros para a empreitada, o que faz com que sua rival ganhe território enquanto isso.

Realmente a introdução da tecnologia de pagamento por aproximação é uma boa jogada, mais segura e mais prática, afinal, quem não gostaria de pagar o cafezinho somente passando o celular em frente ao caixa? Com a Google e outros parceiros importantes, a MasterCard sai na frente nessa corrida, já que a gigante da informática já tem dois aparelhos com sua plataforma (Nexus S e o Samsung Galaxy S II).

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Estamos realmente seguros?


No final do mês de abril houve um caso importante no mundo dos games: a PlayStation Network(PSN) foi invadida por crackers. Não só esses como outros ataques nos remetem à uma pergunta: Estamos realmente seguros?

No caso da PSN, como ela também é uma loja virtual, foram roubados dados pessoas dos usuários. Hoje em dia tudo está na internet e em servidores, desde aquele check in no foursquare dizendo que está com aquele amigo num restaurante até nossas contas bancárias e demais dados pessoais (que, no caso da PSN, foram roubados também dados de conta bancária e afins). Bom, neste caso, antivírus e firewalls não adiantam muito...

Há um tempo atrás servidores da NASA, Microsoft, Automattic (WorldPress) e o sistema do Acelerador de partículas LHC também foram invadidos. Muitos se assustam quando eu falo da NASA, mas é verdade, e isso nos torna a pensar sobre a nossa segurança na internet, afinal, como a Agência Espacial dos Estados Unidos, cercada de firewalls, hackers, uma das maiores seguranças virtuais pôde ser invadida?

A segurança virtual como todos querem de fato não existe, ao que compreendemos, nunca existirá. Certa vez estava em um cybercafé, quando de repente entra uma mulher furiosa, diz que acessou seu e-mail naquela loja e que ele havia sido invadido por crackers e que a loja deveria se responsabilizar por isso, na mesma hora me manifestei:

-A loja não pode se responsabilizar, a senhora sabe se isso foi no seu PC?

Logo ela para pra pensar, mas continua irredutível:

-Eu atualizo o meu computador sempre, meu antivírus também é atualizado, não tem como isso ter acontecido na minha casa!

-Mas minha senhora, os servidores da NASA foram invadidos, eu também sempre mantive o meu atualizado e acabou acontecendo o mesmo.

Ela pede desculpas e se retira.

Além do roubo de dados, outro golpe que tem crescido é o que ladrões utilizam dados das pessoas em redes sociais para investigar suas vidas e assim descobrirem sua rotina, lugares que frequentam e classe social.

Muitos jovens escrevem muitas coisas nessas redes. Em uma semana observando eu pude descobrir em que curso de inglês meus amigos frequentam, o horário do curso e em qual cinema e sessão eles iriam ver o filme 'Thor'. Se eu quiser me aprofundar mais ainda, eu posso descobrir em qual colégio cada um estuda e se mais de uma pessoa estuda na mesma escola, também descobrirei.

Nunca de fato estaremos completamente seguros e por menor que ela seja, sempre haverá uma brecha na segurança. Deixe seu antivírus e seu firewall sempre ativados, desconfie de qualquer e-mail de tal festa que na verdade nunca existiu, qualquer mensagem é suspeita, só compre em sites de compras que sejam famosos e não se esqueça: Apesar de ser legal, não fique dizendo pelo twitter os lugares onde você frequenta, isso pode ser usado contra você, afinal, a segurança está acima de tudo.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Twttr!


Estava eu, conversando com meus amigos sobre meios de comunicação e cheguei à uma conclusão: o Twitter é uma das maiores revoluções dos últimos anos no ramo. Sei que se ler isso sem parar pra pensar sua primeira resposta será não, já que uma simples rede de microblog não seria capaz de causar uma revolução. Eita, Causou.

Durante as revoltas populacionais no Irã e no Egito, o Twitter era a única saída para a censura dos governos ditatoriais dos países. A rede social também é muito utilizada por jornalistas e grandes redes de televisão para a divulgação de notícias. Nos ataques no Rio de Janeiro e consequentemente a invasão das forças armadas no Complexo do Alemão e no Complexo da Penha, o Twitter também foi fonte de informação, mas também ajudou a espalhar boatos. Criminosos e pessoas irresponsáveis tweetavam falsos ataques, fazendo com que a população acreditasse nesses contos, um ponto muito negativo na rede.

Apesar disso, alguns protestos feitos no Twitter têm dado certo, a 'Lei ficha limpa' chegou ao congresso depois de ter a maioria de suas assinaturas conseguidas a partir de uma série de tweets apoiando o ainda naquela época projeto de lei. Outro protesto bem recente que teve sucesso foi contra a marca de roupas Arezzo, que recentemente havia lançado a coleção 'Pelemania', que continha roupas e acessórios feitos com peles de animais exóticas, como pele de coelho e raposa. Depois do início dos protestos, a empresa acabou cedendo às pressões e tirou a coleção das lojas.

Esses dois últimos casos comprovaram como a ferramenta serve para mobilizar pessoas, lançar verdadeiras campanhas, provando que é possível uma organização entre os usuários do microblog para manifestações.

O Twitter já tem 5 anos de existência com uma grande disseminação entre usuários de pessoa física e jurídica e, segundo as agências, o serviço só tem a crescer mais e mais. O site é uma ótima ferramenta de informação e diversão, mas tem que ser usado moderadamente como qualquer outro serviço desse mundo chamado internet. Aos que estão em dúvida sobre fazer ou não uma conta no Twitter, indico a fazerem. Daqui a pouco graças à explosão dos smartphones, a maioria das pessoas terão seu perfil e eu anseio muito por isso.

Aos que já tem sua conta no Twitter, sigam o perfil do blog e nossos perfis pessoais:



quinta-feira, 14 de abril de 2011

A felicidade dos geeks brasileiros

Como já adiantado no post publicado pelo Mateus ontem, a Foxconn, empresa terceirizada que fabrica os produtos da Apple, estuda um investimento de US$12 bilhões, para a criação de uma fábrica que produrizirá iPads. O começo da produção seria ainda esse ano, em novembro. O local da fábrica ainda não está confirmado, mas estima-se que se a montagem realmente for feita no Brasil, serão abertas 100 mil vagas de trabalho. Bom, agora é a hora em que os geeks sonham.

Com a fabricação em terras tupiniquins e a redução de impostos, o tablet pode chegar a ser até 30% mais barato e com certeza isso vai fazer com que aconteça uma maior penetração dos tablets no mercado de eletrônicos. Além disso, a Apple começará a olhar com outros olhos para o Brasil, podendo futuramente fabricar não só iPads como também iPhones e iPods, e quem sabe até abrir a primeira Apple Store brasileira?

De fato, tudo isso é bom para o desenvolvimento do nosso país, gerando emprego e ajudando na compra daquele tocador de MP3 "supérfulo" que a gente sempre quis ter, mas até agora não há nada constatado. O próprio Aloizio Mercadante, Ministro da Ciência e Tecnologia, disse que por enquanto não existem contratos fechados, isso foi apenas uma proposta apresentada à presidenta Dilma e ao governo.

Bom, enquanto isso, nós, geeks, torcemos para Deus ou o Titio Jobs olharem para nós com bons olhos. Agora é torcer, torcer para o acordo ser fechado, a fábrica ser instalada no Brasil e o que eu disse no meu post sobre tablets se tornar realidade.

terça-feira, 12 de abril de 2011

A explosão dos QRCodes


QRCode, esse é nome do futuro da interatividade. Ainda não sabe o que é isso? Então não tem problema, porque eu vou lhe explicar.

QRCode é um tipo de código de barras que pode ser lido e interpretado de uma forma bem rápida, por isso o “QR” (proveniente de Quick Response) no nome. Sendo mais usado em crachás, cartões de visitas e para cadastramento de produtos, mas o mercado da publicidade, como sempre muito esperto, achou que o QRCode podeira ser usado a seu favor com a realidade aumentada.

Empresas passaram a perceber que esse tipo de interatividade deixa todos curiosos, e é nesse ponto que elas ganham seus clientes. Dia desses, enquanto lia minha revista de informática, eu vi uma propaganda do bando Itaú utilizando a tecnologia, depois de um tempo eles até fizeram uma campanha a nível nacional, mas não vingou muito.

Ainda há muito para se expandir nesse mercado, pois a maioria dos celulares ainda não são compatíveis. Com a explosão dos smartphones, esse cenário logo irá mudar, afinal, quem não iria gostar de uma tecnologia que se baseia em simplesmente posicionar a câmera do celular ou webcam em frente ao código e a partir disso você ter todos os dados de uma vez?

Como tudo na tecnologia, ainda irá demorar um pouco até que seu uso em massa realmente comece, com os QRCodes não será diferente. Para usuários do mundo Android, como eu, já é comum o uso, mas para outros nem tanto.

sexta-feira, 25 de março de 2011

O renascer da fênix



-Ela voltou! Disse o geek animado. Sim, ela voltou.

Depois de ter explodido no mercado de celulares com sua linha RAZR (que foi uma revolução em design), a Motorola ficou completamente fora dos holofotes da telefonia celular. Em um momento no mínimo infeliz, ela resolver lançar os aparelhos ROCKR, uns piores que os outros, o que a fez cair cada vez mais nos rankings de venda. A Motorola havia entrado em crise.


De repente, a primeira empresa a comercializar aparelhos celulares começa a declinar. Quando estava no fim do túnel, apareceu a luz: o Android. Aproveitando a plataforma aberta da Google, a Motorola criou o MotoBlur, Serviço que integra redes sociais, contatos, e-mail em um só lugar, também é possível localizar e apagar os dados do seu aparelho à distância. Serviço fantástico, não? Não. O MotoBlur faz o aparelho travar, e não funciona como deveria, os únicos recursos que funcionam são o de sincronização de contatos, localização, e o de apagar dados remotamente. Um tiro no pé? Também não.


Com o lançamento do DEXT, seu primeiro Android, a marca viu que poderia crescer no mercado, pesquisou, investiu, e lançou o tão renomado Motorola MILESTONE, e foi ai que a marca voltou a explodir. O MILESTONE foi (e ainda é) um sucesso. Todo o mercado corporativo, a partir desse momento, tinha o seu smartphone Android. Daí os aparelhos foram brotando, BACKFLIP, SPICE, FLIPOUT, QUENCH (um celular voltado para as classes C e D) e, o meu favorito (sim, eu sou culpado!) o Motorola DEFY.


Resistente a água, arranhões, e a quedas. Ele é perfeito pra quem é descuidado como eu. Sim, sou suspeito de falar, pois esse é o meu aparelho, mas voltando ao assunto principal... Também foram lançados o i1, o primeiro Android com tecnologia iDEN, e o MILESTONE 2, mas a arma de destruição em massa da Motorola já foi apresentada.


O nome da arma é Motorola ATRIX, processador dual core de 1GHZ, 1GB de memória RAM, 16GB de memória interna, a, um pequeno detalhe: ele tem um dock que o transforma em um notebook. Celular melhor do que muito computador por ai...

A Motorola achou sua galinha dos ovos de ouro, trabalhou muito bem para conseguir o devido destaque e respeito. Agora o que lhe resta é aproveitar o momento para retomar mercado e explorar os recursos do Android, porque ninguém quer a sombra da linha ROCKR de volta.

segunda-feira, 14 de março de 2011

A prancheta mágica


Quem nunca quis um equipamento fino, portátil, algo entre um smartphone e um netbook, com tela boa pra ler livros, ver vídeos e acessar a internet? Então, esse equipamento tão desejado por todos nós é o tablet.


No início eram mais usados por executivos, não tinham um foco no entretenimento, até que a nossa “amiguinha”, a Apple lançou seu iPad (que em sua primeira versão era nada mais nada menos que um iPod gigante com versões em 3G). A partir daquele momento os tablets nunca mais seriam os mesmos.


Atrás da Apple vieram marcas como Samsung, Dell, ASUS e HP. Mas até agora, só a Samsung conseguiu lançar um tablet com vendas expressivas, o Galaxy Tab.


Apesar de ter parte de seu público afastado pelos iPhones e Androids, a RIM (fabricante do BlackBerry) também está investindo em seu próprio aparelho, com configuração robusta e interface caprichada, capaz de fazer videochamadas e de se integrar totalmente com um smartphone da marca, o que pode ser um chamariz para o mercado corporativo.


O mercado ainda tem muito a crescer. Só em 2010 foram vendidas 18 milhões de unidades, sendo que desses 18 milhões, 10,1 foram vendidos no último trimestre, e as projeções só apontam crescimento. Escolas já estão começando a substituir seus livros e apostilas por tablets, uma grande rede de ensino, a Estácio de Sá, começará a distribui-los para os alunos de Direito a partir do segundo semestre desse ano e tem meta de chegar a todos os cursos até 2013. Alguns restaurantes hoje em dia já usam iPads no lugar de cardápios e querem investir nesse tipo de inovação.


De fato os tablets crescerão em número, e poderão acabar com os netbooks gradativamente a partir de cada atualização de hardware. E, daqui a algum tempo, será comum nos depararmos com pessoas lendo livros e jornais com seus tablets em locais públicos, e, quem sabe, até em ônibus e metrôs.

terça-feira, 1 de março de 2011

O acordo da morte (?)


Muito tem se comentado sobre o acordo que a Nokia fez com a Microsoft, isso inclusive rendeu uma matéria aqui no blog. O que muitos ainda não sabem é que esse acordo pode acabar manchando a imagem da empresa finlandesa. Pode até parecer um pouco improvável, mas é possível que aconteça.
 
A Nokia, apesar de ser uma empresa consolidada no ramo de telefones celulares, sempre foi vítima de duras críticas sobre problemas de adaptação do seu sistema operacional, Symbian, com aparelhos de tela touchscreen e uma série de travamentos em aparelhos da marca, mas sempre investiu em melhorias. Agora a situação é diferente...
 
Com a adoção do Windows Phone como seu principal sistema, a gigante dos celulares deixa seu outro projeto, o MeeGo, fruto de um acordo com a Intel, em segundo plano.
 
Assim, fica uma dúvida no ar: “Será que ela pode fazer um sistema operacional eficiente?” Essa incerteza pode e já está afastando investidores da Nokia, que não se convenceram e por causa disso, as ações caíram mais de 11%.
 
Como na informática nada é certo, esse suspense irá pairar até o lançamento dos primeiros telefones com o até agora fracassado Windows Phone 7. A Microsoft com certeza será a maior beneficiada nesse acordo, mas a Nokia só o tempo dirá. Talvez, desse acordo que tem tudo para ser um fracasso, saia uma revolução do ramo da telefonia celular.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Os Androids irão dominar o mundo?


Em 2010, houve uma explosão na venda de smartphones em todo o globo e com esse crescente número, uma empresa tem lucrado muito: a Google. Com plataforma leve e aberta, o Android conquistou empresas como Motorola, LG, Samsung e Sony Ericsson. Estas aproveitaram o aumento do mercado e lançaram muitos de seus smartphones com o sistema operacional em questão.

Graças a isso, só em 2010 a plataforma da empresa cresceu quase 900% e ficou com 22,7% no market share, ficando em segundo lugar no ranking dos sistemas operacionais para celulares, atrás apenas do Symbian, da Nokia.

Esses dados ajudam a explicar o porque do acordo da Nokia com a Microsoft. Duas empresas que tiveram seus sistemas operacionais afetados pelo Android, principalmente a Microsoft, que teve seu Windows Phone quase que caído no esquecimento.

Ainda há muito a expandir, a própria Google está criando versões do S.O. especialmente para tablets. A Apple ainda não foi afetada, pois não deseja uma expansão tão grande do seu iOS, a RIM sentiu o reflexo do aumento das vendas dos Androis e dos iPhones, mas ainda tem o mercado corporativo ao seu lado.

É agora que a Google vai investir mais ainda no Android, o "problema" é que o sistema pode ficar forte demais acirrando, assim, a disputa.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Nokia, Microsoft e Apple na Guerra dos Smartphones



Uma grande briga no mercado de smartphones está ocorrendo. Empresas como Nokia, Apple, HP e Samsung, apresentam inúmeras inovações nos festivais tecnológicos que ocorrem em vários países do globo. Contudo, a empresa de Steve Jobs e a finlandesa “declararam guerra”.

De um lado, temos a Apple. Com sede no supra-sumo do desenvolvimento tecnológico, o Vale do Silício (Califórnia, Estados Unidos). Os produtos da empresa do gênio Steve Jobs são a última palavra em informática. Os iPhones, iPods e outros vários i’s estão nas mãos de várias pessoas em todo o lugar. Com um design próprio e inovador, a Apple conquistou até a Rainha Elizabeth.

Do outro, temos a Nokia. A antiga fábrica de papel, fundada na Finlândia, entrou no ramo da telecomunicação, em 1960. Ao longo das décadas, a gigante finlandesa conquistou um grande espaço no cenário mundial, produzindo e inovando inúmeros aparelhos telefônicos. Hoje, a Nokia é a “líder mundial em aparelhos celulares”, cativa europeus e mercados emergentes, como Brasil e Índia.

Essas grandes indústrias tecnológicas são umas das maiores produtoras de smartphones no planeta e uma grande briga está sendo travada entre elas. A Apple está produzindo um novo tipo de iPhone, menor, mais barato e que talvez seja lançado no meio desse ano. Isso pode deixar a finlandesa em xeque.

A Nokia, que veio perdendo competitividade para a grande Maçã de Jobs, aliou-se à uma corporação que saiu um pouco dos holofotes, contanto ainda é muito influente: a Microsoft. Mesmo com a saída de Bill Gates, a Microsoft é um dos sistemas operacionais mais usados no mundo.

Apostando nisso, a Nokia fechou um acordo em que o antigo sistema operacional Symbian, utilizado nos seus celulares, será trocado pelo Windows Phone. Isso gerou protestos dos funcionários da empresa finlandesa, principalmente no setor do antigo sistema operacional, pois seus funcionários temem ser demitidos.

A finlandesa está perdendo espaço nessa batalha, contudo, com a entrada da grande Microsoft no conflito, parece que a vitória de Steve Jobs pode estar muito mais longe do que o esperado.